Mandíbula quebrada: Dentista orienta cuidados para se recuperar do problema

14982-voce-sabia-que-fraturar-a-mandibula-e-al-slider_medias-1Você sabia que fraturar a mandíbula é algo muito comum? O especialista traz orientações sobre os cuidados na recuperação desse problema

Quebrar ou fraturar a mandíbula pode significar um grande problema para a saúde bucal. Com tantos ossos, ligações e articulações, esse osso próximo à boca é responsável por uma série de movimentos importantes do corpo humano, como a fala. Por isso, logo que essa parte é afetada, é importante procurar ajuda profissional e seguir alguns cuidados para se recuperar do problema. O dentista Alan Ardisson orienta as principais medidas que todo paciente precisa seguir em caso de mandíbula quebrada.

O QUE O PACIENTE DEVE FAZER EM CASOS DE MANDÍBULA QUEBRADA?

Em casos de mandíbula quebrada, o dentista indica que o primeiro passo para se recuperar é procurar um especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. “O paciente recebe um plano de tratamento adequado exatamente para o tipo de fratura apresentada no seu caso”, explica o profissional. As fraturas dessa parte do corpo apresentam variações de acordo com a região da mandíbula, dependendo do tipo e complexidade da ruptura.

AS RECOMENDAÇÕES DO DENTISTA PARA A MANDÍBULA QUEBRADA

A ida ao consultório do dentista permitirá que ele identifique a gravidade da fratura e o tipo de tratamento adequado. Após isso, serão passadas as orientações complementares para auxiliar o procedimento proposto, tornando a recuperação mais rápida e eficaz. O dentista também indica algumas medidas adicionais como o uso de alguns medicamentos, uma alimentação mais balanceada, repouso e manter um acompanhamento periódico com o profissional.

APÓS O TRATAMENTO DA FRATURA, O PACIENTE PODE FICAR COM ALGUMA SEQUELA?

Uma fratura mandibular pode trazer diversas possibilidades de sequelas. O destaque é para os casos nos quais o profissional não é consultado. Outros exemplos que podem ser ressaltados são os que a mandíbula não se regenera, permanecendo fraturada, a ocorrência de infecções no local e quando a fratura se “calcifica” na posição errada. Há também a ocorrência dos dentes inferiores estarem alojados na mandíbula. “Estes tipos de sequela costumam interferir negativamente no processo de mastigação, deglutição (engolir) e fonação (fala) do paciente, limitando a função”, explica Alan.

TRATAMENTO IMEDIATO E FORMAS DE PREVENÇÃO

Vale destacar que as fraturas recentes, com menos de 15 dias, apresentam quadros mais propícios de serem tratados, enquanto as rupturas infectadas trazem mais complexidade para o caso, como as que não se uniram ou estabeleceram-se na posição errada. “Por este motivo é importante buscar um profissional o mais breve possível”, ressalta o dentista. Os casos de fraturas mandibulares mais comuns nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, estão relacionadas aos acidentes de trânsito. A segurança nos automóveis, como o cinto de segurança, e o uso de capacetes fechados nas motocicletas são métodos eficazes para a prevenção.

Fonte: Sorrisologia

      

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